A Lastro origina, estrutura e distribui operações de crédito, real estate e ativos alternativos no Brasil — traduzindo ativo bruto em instrumento investível, com garantia, economia de taxas e risco alocado desde a primeira conversa.
O Brasil tem quase dois trilhões de reais em crédito corporativo em circulação e uma indústria de securitização que já ultrapassou os fundos de ações. Mas o dinheiro que chega a esse mercado é quase todo o mesmo dinheiro de sempre.
| Debêntures | 1.511 | |
|---|---|---|
| CRI | 270 | |
| CRA | 174 |
Soma: R$ 1,96 trilhão (~US$ 400 bi). Fonte: ANBIMA / Safra, jun/2026.
| FIDC | +37,8% | |
|---|---|---|
| Debêntures | −12,1% | |
| CRI | −15,8% | |
| CRA | −50,4% |
Enquanto os instrumentos tradicionais recuam, a securitização via FIDC cresce. Fonte: ANBIMA / Safra, jun/2026.
O IOF sobre fluxos de portfólio enquadrados na Resolução CMN 4.373 já é zero nas duas pontas. O que trava o capital é operacional e regulatório — e é exatamente aí que a Lastro atua.
| Intermediários financeiros | 54% | |
|---|---|---|
| Fundos | 38% | |
| Varejo | 6% | |
| Outros institucionais | 2% | |
| Investidor estrangeiro | categoria não publicada | — |
A participação estrangeira é tão marginal que a estatística oficial sequer abre uma linha para ela. Fonte: ANBIMA, jun/2026.
| Papel high grade | CDI + 1,36% | |
|---|---|---|
| Crédito de ticket pequeno | CDI + 4,5% | |
| Faixa superior observada | CDI + 17% |
O mesmo risco de crédito paga múltiplos diferentes conforme a porta por onde se entra. Esse spread é o custo da fricção — não do risco.
Originar é achar o ativo. Estruturar é torná-lo investível.
Originação sem instrumento é lista de oportunidades. Instrumento sem originação é prateleira vazia. A Lastro trabalha os dois lados na mesma mesa.
Roadshow direto com gestoras, bancos e plataformas para originar carteiras a partir de livros que essas instituições já carregam — sem exigir mudança na estrutura dos seus fundos. Quando o instrumento de mandato correto não existe, ele é estruturado.
Cada operação nasce com desenho de deságio e economia de taxas, alocação de risco mezanino e subordinado e garantias embarcadas desde a origem. O ativo chega ao capital já legível.
Capital estrangeiro entra por veículo enquadrado na Resolução CMN 4.373; o investidor brasileiro acessa o mesmo ativo pelo regime local, com os limites de cada perfil respeitados na própria estrutura.
Volume agregado de operações originadas e estruturadas pela Lastro nas três verticais. Nomes de emissores, contrapartes de distribuição e valores individuais são tratados sob confidencialidade e não são divulgados neste material.
O Brasil já tokenizou cerca de R$ 10 bilhões desse mercado, e aproximadamente dois terços disso é crédito privado. A tese da Lastro é levar a operação de originação para um trilho onde a regra deixa de morar no banco de dados de uma plataforma e passa a viver no próprio ativo.
Limites por perfil de investidor, janelas entre ofertas e restrições de transferência aplicados na própria emissão — verificáveis por qualquer parte, sem depender da boa-fé de um intermediário.
A principal lacuna do crédito pulverizado brasileiro é a saída. Um ativo com regra embarcada pode circular em mercado secundário sem perder o enquadramento regulatório de origem.
Liquidação em reais por parceiro autorizado, integrada ao arcabouço de pagamentos brasileiro, com trilha de auditoria contínua.
A operação está sendo desenhada sobre infraestrutura pública de liquidação — hoje em desenvolvimento junto ao ecossistema Stellar — de forma aberta e auditável.
A Portaria CVM/PTE nº 177, de 15 de julho de 2026, instituiu o Grupo de Trabalho de Tokenização da CVM, com prazo de 60 dias para propor um regime regulatório experimental de registro, custódia, negociação e liquidação de valores mobiliários em DLT. Hoje, a tokenização direta de cota de FIDC ou FIC-FIM não é viável: o artigo 14 da Resolução CVM 175 mantém a cota escritural e o registro do escriturador como título legal. A Lastro está sendo construída para ser a implementação de referência no dia em que esse regime abrir.
Construiu carreira no motor de distribuição do mercado de assessoria brasileiro. Foi sócio da XP, onde liderou consultoria estratégica B2B e B2C, estruturando o canal de assessores e o modelo de formação por trás dele. Fundou a Pires & Partners, casa de crédito estruturado e M&A, e a Louro Tech, plataforma de IA na frente comercial da assessoria.
LinkedInMais de 28 anos em banco de varejo e mercado financeiro. Especialista em estruturação de crédito, meios de pagamento, embedded finance e gestão de FIDC, com uso de IA e dados alternativos aplicados à inclusão financeira. Reconhecido entre os Top 50 líderes de retail finance no Brasil.
LinkedInMais de 10 anos em SaaS corporativo e tecnologia B2B, atuando entre estratégia e execução nos mercados da América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia. Constrói programas de marketing escaláveis e parcerias que ampliam reconhecimento de marca e crescimento.
LinkedInCTO da Pires & Partners e ex-CTO da Louro Tech. Combina profundidade técnica com vivência de mercado — passou por gerência bancária e mesa de corretora. Lidera o desenvolvimento tecnológico da Lastro na fase on-chain: arquitetura de emissão, automação de compliance e distribuição secundária.
LinkedInAtendemos originadores, gestoras, bancos, family offices e empresas que precisam transformar crédito, recebível ou ativo judicial em operação investível. A conversa começa pelo ativo — não pelo produto.