Originação e estruturação de crédito privado

O capital não falta ao crédito privado brasileiro.
Falta caminho.

A Lastro origina, estrutura e distribui operações de crédito, real estate e ativos alternativos no Brasil — traduzindo ativo bruto em instrumento investível, com garantia, economia de taxas e risco alocado desde a primeira conversa.

R$ 1,96 tri
Estoque de crédito corporativo em aberto no Brasil
R$ 754 bi
Indústria de FIDC — maior que a de fundos de ações desde dez/2024
Zero
Linhas de investidor estrangeiro na estatística oficial de detentores
R$ 5,4 bi
Pipeline originado pela Lastro, em operações estruturadas
Contexto

O maior mercado de crédito privado da América Latina — e um dos mais fechados.

O Brasil tem quase dois trilhões de reais em crédito corporativo em circulação e uma indústria de securitização que já ultrapassou os fundos de ações. Mas o dinheiro que chega a esse mercado é quase todo o mesmo dinheiro de sempre.

Estoque de crédito corporativo · R$ bilhões
Estoque de crédito corporativo em aberto, por instrumento, em R$ bilhões
Debêntures
1.511
CRI
270
CRA
174

Soma: R$ 1,96 trilhão (~US$ 400 bi). Fonte: ANBIMA / Safra, jun/2026.

Emissões no 1T26 · variação anual
Variação anual das emissões no primeiro trimestre de 2026, por instrumento
FIDC
+37,8%
Debêntures
−12,1%
CRI
−15,8%
CRA
−50,4%
CrescimentoRetração

Enquanto os instrumentos tradicionais recuam, a securitização via FIDC cresce. Fonte: ANBIMA / Safra, jun/2026.

Desafio

O bloqueio nunca foi o preço. Sempre foi a estrutura.

O IOF sobre fluxos de portfólio enquadrados na Resolução CMN 4.373 já é zero nas duas pontas. O que trava o capital é operacional e regulatório — e é exatamente aí que a Lastro atua.

Três intermediários obrigatórios
Representante legal, custodiante e corretora locais, com obrigação perpétua de reporte ao Banco Central e à CVM.
Assimetria tributária
15% de retenção sobre crédito corporativo ordinário, contra 0% em títulos soberanos e debêntures de infraestrutura.
Mercado organizado
Não residentes não podem transacionar fora de mercado organizado — o que exclui boa parte da originação privada.
Sem classe em dólar
Não existe classe de cotas em USD no ambiente onshore.
Liquidez presa
Ciclos de resgate que vão de D+45 a lock-ups de 36 meses.
Quem detém o crédito privado brasileiro
Distribuição dos detentores de crédito privado no Brasil, em % do estoque
Intermediários financeiros
54%
Fundos
38%
Varejo
6%
Outros institucionais
2%
Investidor estrangeiro
categoria não publicada

A participação estrangeira é tão marginal que a estatística oficial sequer abre uma linha para ela. Fonte: ANBIMA, jun/2026.

O prêmio de acesso
Spread pago sobre o CDI por tipo de papel
Papel high grade
CDI + 1,36%
Crédito de ticket pequeno
CDI + 4,5%
Faixa superior observada
CDI + 17%

O mesmo risco de crédito paga múltiplos diferentes conforme a porta por onde se entra. Esse spread é o custo da fricção — não do risco.

Originar é achar o ativo. Estruturar é torná-lo investível.

Solução

A Lastro conecta o ativo à estrutura — e a estrutura ao capital.

Originação sem instrumento é lista de oportunidades. Instrumento sem originação é prateleira vazia. A Lastro trabalha os dois lados na mesma mesa.

Originação

Do balanço ao mandato

Roadshow direto com gestoras, bancos e plataformas para originar carteiras a partir de livros que essas instituições já carregam — sem exigir mudança na estrutura dos seus fundos. Quando o instrumento de mandato correto não existe, ele é estruturado.

Arquitetura

Instrumento antes do investidor

Cada operação nasce com desenho de deságio e economia de taxas, alocação de risco mezanino e subordinado e garantias embarcadas desde a origem. O ativo chega ao capital já legível.

Distribuição

Duas portas, um ativo

Capital estrangeiro entra por veículo enquadrado na Resolução CMN 4.373; o investidor brasileiro acessa o mesmo ativo pelo regime local, com os limites de cada perfil respeitados na própria estrutura.

Verticais

Três frentes, tickets definidos, execução ponta a ponta.

Crédito corporativo

R$ 5 mi – R$ 15 mi
  • Capital de giro estruturado
  • Antecipação de recebíveis
  • Operações com garantia real e fidejussória

Real estate

R$ 22 mi – R$ 100 mi
  • CRI
  • Financiamento de desenvolvimento
  • Operações com lastro imobiliário

Ativos alternativos

Sob medida
  • Precatórios federais e estaduais
  • Legal claims e disputas FIDIC
  • Créditos tributários (IPI / ICMS)
  • TUNEP
Pipeline em originação
R$ 5,4 bi

Volume agregado de operações originadas e estruturadas pela Lastro nas três verticais. Nomes de emissores, contrapartes de distribuição e valores individuais são tratados sob confidencialidade e não são divulgados neste material.

Fronteira

A próxima camada: o mesmo ativo, com compliance embarcado.

O Brasil já tokenizou cerca de R$ 10 bilhões desse mercado, e aproximadamente dois terços disso é crédito privado. A tese da Lastro é levar a operação de originação para um trilho onde a regra deixa de morar no banco de dados de uma plataforma e passa a viver no próprio ativo.

Compliance no ativo, não no sistema

Limites por perfil de investidor, janelas entre ofertas e restrições de transferência aplicados na própria emissão — verificáveis por qualquer parte, sem depender da boa-fé de um intermediário.

Liquidez secundária

A principal lacuna do crédito pulverizado brasileiro é a saída. Um ativo com regra embarcada pode circular em mercado secundário sem perder o enquadramento regulatório de origem.

Entrada e saída em moeda local

Liquidação em reais por parceiro autorizado, integrada ao arcabouço de pagamentos brasileiro, com trilha de auditoria contínua.

Rede pública, custo marginal

A operação está sendo desenhada sobre infraestrutura pública de liquidação — hoje em desenvolvimento junto ao ecossistema Stellar — de forma aberta e auditável.

Onde a regulação está

A Portaria CVM/PTE nº 177, de 15 de julho de 2026, instituiu o Grupo de Trabalho de Tokenização da CVM, com prazo de 60 dias para propor um regime regulatório experimental de registro, custódia, negociação e liquidação de valores mobiliários em DLT. Hoje, a tokenização direta de cota de FIDC ou FIC-FIM não é viável: o artigo 14 da Resolução CVM 175 mantém a cota escritural e o registro do escriturador como título legal. A Lastro está sendo construída para ser a implementação de referência no dia em que esse regime abrir.

Quem conduz

Um time que já construiu canal de distribuição antes de construir ativo.

Felippe Pires
CEO

Construiu carreira no motor de distribuição do mercado de assessoria brasileiro. Foi sócio da XP, onde liderou consultoria estratégica B2B e B2C, estruturando o canal de assessores e o modelo de formação por trás dele. Fundou a Pires & Partners, casa de crédito estruturado e M&A, e a Louro Tech, plataforma de IA na frente comercial da assessoria.

LinkedIn
Flavio Caceres
Executivo sênior

Mais de 28 anos em banco de varejo e mercado financeiro. Especialista em estruturação de crédito, meios de pagamento, embedded finance e gestão de FIDC, com uso de IA e dados alternativos aplicados à inclusão financeira. Reconhecido entre os Top 50 líderes de retail finance no Brasil.

LinkedIn
Fernanda Pires
Marketing & Parcerias

Mais de 10 anos em SaaS corporativo e tecnologia B2B, atuando entre estratégia e execução nos mercados da América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia. Constrói programas de marketing escaláveis e parcerias que ampliam reconhecimento de marca e crescimento.

LinkedIn
Rafael Garcia
CTO

CTO da Pires & Partners e ex-CTO da Louro Tech. Combina profundidade técnica com vivência de mercado — passou por gerência bancária e mesa de corretora. Lidera o desenvolvimento tecnológico da Lastro na fase on-chain: arquitetura de emissão, automação de compliance e distribuição secundária.

LinkedIn
Contato

Tem um ativo, um livro ou um mandato para estruturar?

Atendemos originadores, gestoras, bancos, family offices e empresas que precisam transformar crédito, recebível ou ativo judicial em operação investível. A conversa começa pelo ativo — não pelo produto.

Sede
Al. Rio Negro, 503 — conj. 2005
Alphaville · Barueri/SP · 06454-000
Entidade
Pires & Partners Ltda.
CNPJ 55.392.095/0001-28